Apresentando duas formas a promastigota (no inseto) e amastigota (no cão ou homem) o agente penetra pela pele e invade as células de defesa (fagócitos do sistema mononuclear fagocítico) e se multiplicam por várias e várias vezes aumentando o número de agentes que acabam pelo sangue migrando para diversos órgãos. Ao se instalar nos diversos órgãos é quando a doença começa a se manifestar de forma sistêmica. O animal apresenta os sinais clínicos de caquexia, hipergamaglobulinemia, hepatoesplenomegalia, anemia e linfadenopatia.
Já os sintomas são úlceras na pele, principalmente orelha e focinho, crescimento de unhas, apatia, alopecia multifocal, sistema nervoso (convulsões), problemas cardíacos (miocardite), insuficiência renal (glomerulonefrite), lesões oculares (uveíte, blefarite,etc), problemas intestinais (diarréia), vasculite e hemorragias (por ex. sangrar pelo nariz), linfonodos aumentados entre outros sinais sistêmicos. Infelizmente a maioria dos casos são assintomáticos <90% (não vão apresentar os sintomas descritos). É por isso que é difícil o médico veterinário diagnosticar e o número de portadores com potencial para o mosquito se infectar e espalhar para o ser humano é grande. O diagnóstico fica por conta do bom exame clínico, epidemiológico (áreas endêmicas), laboratorial (sorologia e PCR) e parasitológico.
O tratamento não é eficaz o animal continua portador, porém o Conselho Federal de Medicina Veterinária do ‘’BRASIL’’ proíbe o tratamento com medicamentos humanos. É possível tratamento com medicamentos aprovados pelo ministério da agricultura que não sejam usados em humanos. O controle fica por conta do combate ao mosquito, ações sociais de educação sanitária e eliminar os reservatórios. Consulte um Médico Veterinário para mais informações e compartilhe o conhecimento. Siga nosso instagram.com/Coisasdeveterinario e ative as notificações para receber mais informações.
Escrito por Adriano A. Martins
Acadêmico de M.V.


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